"The stars they sink | In the oceans of ink | Long black ribbons of cars | And in the taxi | You ask me how I'm doing | But you already know | Beyond, beyond is not through | Its only a reflection of you | And something at the window | It motions with its fingers | Calling me beyond The sadness is mine | The sadness is mine | Its why you're not helping me | And whatever has come for me | Oh I can give you whatever you're wanting | Just take it and spare me spare me | Please oh tell me this is only a warning/no | Please have mercy let me go | If only a day to let her know | Without her love I'm nothing at all | The change is happening and I'm almost gone | In her heart is my faith | And it wins against the sadness
The train it moves through the desert | The horses they will challenge its stride | And into the boxcar she leaps | And is my hero | And penetrates the demons inside | The clouds they pass | But they're moving so fast | As I watch them collide | Collide and collapse in her arms like a newborn child | I am at one reborn | The fog in the mote | As he grabs me by the throat | It lifts as she comes | She opens her cloak and the color of blood | It is the sign of what now must come | Deny deny me my destiny | I am not ready to go | I am the horror that brings us to the morning | Where I will have to stand up and fight"
*lyrics from the Ryan Adams' Song The Sadness
Está é uma das minhas músicas preferidas do Ryan. Não sei o motivo exatamente, é uma coisa de gosto mesmo. Gosto da melodia, da voz dele, da química perfeita entre os arranjos e a letra. Perfeita? Pois é, primeira vez que uso esta expressão. Mas realmente não tenho outra palavra para explicar. Fazia muito tempo que não escutava esta canção, muito mesmo. Costumava escutar várias e várias vezes seguidas, como estou fazendo neste exato momento. De primeira, deu aquela sensação de nostalgia, mas conforme ela foi sendo executada repetidas vezes, fui analisando cada detalhe e realmente, é uma das melhores do cara. Não posso, por exemplo, defender uma tese aqui, agora, do porque acho isso.
Esta faixa encontra-se no, terceiro e último disco da trilogia lançada por ele em 2005, "29". Disco que não teve muito destaque e muito menos singles de divulgação. Posso afirmar que nem ao menos ganhou uma correta avaliação, nem mesmo minha e confesso que esta é praticamente a única que escuto. Hoje, o escutei com mais atenção e não, não é um disco ruim. Quem sabe o que ocorreu há época foi um "cansasso", pois o Ryan trabalhou de mais, eram muitas músicas para serem ouvidas e o último, ficou de lado. Arrisco a dizer que provavelmente este seja o melhor dos três. É um disco triste, tem uma leveza sem ser chato. Mas insisto: esta faixa precisa ter mais atenção. Que tal agora você dar uma chance? :)
Esta faixa encontra-se no, terceiro e último disco da trilogia lançada por ele em 2005, "29". Disco que não teve muito destaque e muito menos singles de divulgação. Posso afirmar que nem ao menos ganhou uma correta avaliação, nem mesmo minha e confesso que esta é praticamente a única que escuto. Hoje, o escutei com mais atenção e não, não é um disco ruim. Quem sabe o que ocorreu há época foi um "cansasso", pois o Ryan trabalhou de mais, eram muitas músicas para serem ouvidas e o último, ficou de lado. Arrisco a dizer que provavelmente este seja o melhor dos três. É um disco triste, tem uma leveza sem ser chato. Mas insisto: esta faixa precisa ter mais atenção. Que tal agora você dar uma chance? :)
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